quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Sexta aula do trabalho das recriações




Depois de pintar a tela de amarelo, que será a minha cor de fundo, comecei a trabalhar na grelha de apoio.

















 









Com carvão e com a ajuda de uma régua comecei a desenhar a grelha na tela.

































Após a grelha estar concluída, deu para começar a desenhar as minhas duas personagens, que em breve serão pintadas.
































Por enquanto, a tela só tem uma bandeira e uma cabeça desenhadas a grafite para, quando apagar o carvão, o desenho principal permanecer na tela.


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Atualização sobre o trabalho das recriações

 Depois de realizar vários estudos e esboços para este trabalho finalmente escolhi, juntamente com a ajuda da professora, o esboço que se irá tornar numa pintura mais tarde.




























 O primeiro estudo foi baseado nos trabalhos de Roy Lichtenstein. A ideia era a pintura parecer um cartaz revolucionário, uma ideia um pouco roubada dos cartazes russos, mas com a vertente pop art.








 O último estudo realizado consistia em fugir um bocado à minha ideia original e ''tornar a Liberdade numa Marilyn Monroe''. Dando-lhe cores diferentes da imagem original e depois multiplica-la sempre trocando as cores.










 





















Depois de falar com a professora, combinamos que este seria o estudo mais interessante de se trabalhar.
A ideia roda para a ideia original com o estilo BD: os ''balões'' com onomatopeias e o estilo semelhante ao pontilhismo para colorir.




































A tela está pronta para ser pintada!

domingo, 15 de janeiro de 2017

Segundo dia do processo das recriações


 Primeiro estudo, inspirado nas obras de Roy Lichtenstein.

A trabalhar a imagem com a ajuda do retro-projetor e de papel vegetal para mais estudos.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Primeiro dia do processo das recriações

 Escolha das obras para recriar
 Obra escolhida: La Liberté guidant le peuple (A liberdade guiando o povo), de Eugéne Delacroix


domingo, 8 de janeiro de 2017

Roy Lichtenstein


Roy Fox Lichtenstein, nascido em Nova Iorque a 27 de outubro de 1923 e falecido em Nova Iorque a 29 de setembro de 1997 foi um pintor estado-unidense identificado com a Pop Art. Na sua obra, procurou valorizar os cliches das histórias em banda-desenhada como forma de arte, colocando-se dentro de um movimento que tentou criticar a cultura de massa.
O seu interesse pelas histórias em banda desenhada, como tema artístico, começou provavelmente com uma pintura do rato Mickey, que realizou em 1963 para os filhos. Nos seus quadros a óleo e tinta acrílica, ampliou as características da banda desenhada e dos anúncios comerciais, e
reproduziu à mão, com fidelidade, os procedimentos gráficos. Empregou uma técnica pontilhista conhecida como Pontos Ben-Day para simular os pontos reticulados das histórias. Cores brilhantes, planas e limitadas, delineadas por um traço negro, contribuíam para o intenso impacto visual.
Com essas obras, o artista pretendia oferecer uma reflexão sobre a linguagem e as formas artísticas. Os seus quadros, desvinculados do contexto de uma história, aparecem como imagens frias, intelectuais, símbolos ambíguos do mundo moderno. O resultado é a combinação de arte comercial e abstracção. 


 Muitas ilustrações de Lichtenstein eram feitas a partir de desenhos em banda desenhada.
 
 Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Roy_Lichtenstein

Pop Art

Pop art ou Arte pop é um movimento artístico surgido na década de 1950 na Inglaterra, alcançou a sua maturidade na década de 1960 nos Estados Unidos. O nome desta escola estético-artística coube ao crítico britânico Laurence Alloway sendo uma das primeiras, e mais famosas imagens relacionadas ao estilo - que de alguma maneira se tornou paradigma deste. A Pop art propunha que se admitisse a crise da arte que assolava o século XX. Desta maneira, pretendia demonstrar com suas obras a massificação da cultura popular capitalista. Procurava a estética das massas, tentando achar a definição do que seria a ''cultura pop'', aproximando-se do que costuma chamar de kitsch.
Diz-se que a Pop art é o marco de passagem da modernidade para a pós-modernidade na cultura ocidental.
A defesa do popular traduz uma atitude artística adversa ao hermetismo da arte moderna. Nesse sentido, o movimento coloca-se na cena artística como uma das mãos que não se movia. Com o objetivo da crítica Tônica ao bombardeamento da sociedade capitalista pelos objetos de consumo da época, ela operava com signos estéticos de cores inusitadas massificados pela publicidade e pelo consumo, usando como materiais principais: gesso, tinta acrílica, poliéster, látex, produtos com cores intensas, fluorescentes, brilhantes e vibrantes, reproduzindo objetos do quotidiano em tamanho consideravelmente grande, como de uma escala de cinquenta para um,objeto pequeno , e depois ao tamanho normal.
O Independent Group, fundado em Londres em 1952, é reconhecido como o precursor do movimento de Pop art. O grupo, formado entre outros pelos artistas Laurence Alloway, Smithson, Richard Hamilton, Eduardo Paolozzi e Reyner Banham, utilizava os novos meios de produção gráfica que culminavam durante as décadas de 1950 e 1960, com o objetivo de produzir arte que atingisse grandes massas. O Independent Group dissolveu-se formalmente em 1956 depois de organizar a exibição "This Is Tomorrow" em Londres, na galeria de arte Whitechapel Gallery. Nesta exibição, o artista inglês Richard Hamilton apresentou a colagem "Just what is it that makes today's homes so different, so appealing?" (em português: O que Exatamente Torna os Lares de Hoje Tão Diferentes, Tão Atraentes?), considerada por críticos e historiadores uma das primeiras obras de Pop art.

É possível observar nas obras Pop britânicas um certo deslumbramento pelo american way of life através da mitificação da cultura americana. É preciso levar em consideração que o Reino Unido passava por um período pós-guerra, se reerguendo e vislumbrando a prosperidade económica norte-americana. Desta forma, todas as obras dos artistas pop britânicos aceitaram a cultura industrial e assimilaram aspectos dela em sua arte de forma eclética e universal.
Ao contrário do que sucedeu no Reino Unido, nos Estados Unidos os artistas trabalham isoladamente até 1963, quando duas exposições (Arte 1963: novo vocabulário, Arts Council, Filadélfia e Os novos realistas, Sidney Janis Gallery, Nova York) reúnem obras que se beneficiam do material publicitário e da mídia. É nesse momento que os nomes de Andy Warhol, Roy Lichtenstein, Claes Oldenburg, James Rosenquist e Tom Wesselmann surgem como os principais representantes da Pop art em solo norte-americano. Sem estilo comum, programas ou manifestos, os trabalhos destes artistas afinam-se pelas temáticas abordadas, pelo desenho simplificado e pelas cores saturadas. A nova atenção concedida aos objetos comuns e à vida quotidiana encontra seus precursores na anti-arte dos dadaístas.

Os artistas norte-americanos tomam ainda como referência uma certa tradição figurativa local - as colagens tridimensionais de Robert Rauschenberg e as imagens planas e emblemáticas de Jasper Johns - que abre a arte para a utilização de imagens e objetos inscritos no quotidiano. No trato desse repertório plástico específico não se observa a carga subjetiva e o gesto lírico-dramático, característicos do expressionismo abstrato - que, aliás, a arte pop comenta de forma paródica
em trabalhos como Pincela (1965) de Roy Lichtenstein. No interior do grupo norte-americano, o nome de Tom Wesselmann liga-se às naturezas-mortas compostas com produtos comerciais, o de Lichtenstein aos quadrinhos (Whaam!, 1963) e o de Claes Oldenburg, mais diretamente às esculturas (Duplo Hambúrguer, 1962). Alguns dos últimos representantes vivos da arte pop americana são Mel Ramos e James Gill.

Fonte:  https://encrypted-tbn2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQpQH-mbnWfGcwLBg1W1dz3Iti2_wIO-vPO83oBxKxmgOUVirj6