sábado, 18 de março de 2017

David Salle

David Salle, nascido em 1952 em Norman, é um pintor americano, gravurista e designer de palco que ajudou a definir a sensibilidade pós-moderna. Ele ganhou um BFA e AMF do Instituto das artes da Califórnia, onde estudou com John Baldessari. O trabalho de Salle veio à atenção pública em Nova York no início de 1980.
As suas pinturas e impressões compreendem o que parecem ser imagens aleatoriamente justapostas, ou imagens colocadas em cima  umas das outras com técnicas deliberadamente ''desajeitadas''.






sábado, 4 de março de 2017

Simbologia da cor

As cores estão sempre presentes no nosso dia-a-dia. Tudo o que nos rodeia tem a sua cor: quer seja natureza, comida, ambiente ou arte. 
A cor tem várias funções, apesar de não nos apercebermos delas: por exemplo o azul transmite-nos calma, as paredes das casa são maioritariamente pintadas de branco devido a neutralidade da que nos transmite. Até na medicina os cirurgiões usam roupas azul esverdeadas porque, depois de olharem durante muito tempo para sangue (que é vermelho) começam a ver manchas desta mesma cor.
No entanto, todas as cores têm a sua simbologia. Esta é aplicada principalmente na arte para transmitir sensações para o público.
Heis alguns exemplos:

Roxo - Cor que remete ao mistério, simboliza a transmutação, a mudança e está associada à  espiritualidade. Esta cor estimula do pensamento abstrato e a criatividade. Também transmite calma e sensatez. É muitas vezes associada à sabedoria e ao respeito.

Preto - É uma cor associada à força, formalidade e elegância. Uma cor versátil, que remete para o  mistério e a curiosidade, podendo ser relacionado com medo e com a memória emocional.

Branco - É uma cor pura, que ressalta luminosidade, limpeza e tranquilidade. Proporciona harmonia e simboliza pureza. Transmite a ideia de frescor e calma e é também responsável pelo pensamento lógico e competência comunicativa.

Rosa -  É uma cor delicada, muito associada à feminilidade e à graciosidade. Simboliza romantismo e inocência. Os tons fortes, sugerem modernidade, desejo e desperta atenção. Tons mais claros são passionais, suaves e transmitem proteção.

Azul -  O azul claro provoca a sensação de higiene e frescura, mas também estimula a produtividade e simboliza sucesso. Já o azul escuro é corporativo e simboliza poder e confiança. É uma cor espirituosa que proporciona calma e segurança às pessoas.

fonte:  https://www.evonline.com.br/simbologia-das-cores/

Mitologia Oriental - Lenda das Carpas (Koi)

As carpas ornamentais surgiram no Japão por mutação genética da carpa comum, originária da China. São símbolos de prosperidade, longevidade e fertilidade.

No entanto, existe uma lenda muito interessante sobre as carpas:
Segundo esta lenda antiga, a carpa tinha que atingir a fonte do rio que corta a China, o Huang Ho (Rio Amarelo), na época da desova. Para isso, tinha que nadar contra a corrente e saltar cascatas até à montanha Jishinhan. A carpa que alcança-se o topo e ultrapassa-se todos os obstáculos a que tinha sido submetida, transformava-se num Dragão.
Devido a esta crença, as carpas são vistas como símbolo de força, coragem e determinação para alcançar-mos as nossas metas e superar as nossas dificuldades. Uma carpa a subir o rio, significa determinação para alcançar objetivos. Por outro lado, uma carpa a descer o rio significa objetivos cumpridos e metas alcançadas.

Outra característica das carpas é que elas podem adaptar seu tamanho de acordo com o meio em que crescem:
“A carpa japonesa (koi) tem a capacidade natural de crescer de acordo com o tamanho do seu ambiente. Assim, num pequeno tanque, ela geralmente não passa de cinco ou sete centímetros – mas pode atingir três vezes este tamanho, se colocada num lago.
Da mesma maneira, as pessoas têm a tendência de crescer de acordo com o ambiente que as cerca. Só que, neste caso, não estamos falando de características físicas, mas de desenvolvimento emocional, espiritual e intelectual.
Enquanto a carpa é obrigada, para seu próprio bem, a aceitar os limites do seu mundo, nós estamos livres para estabelecer as fronteiras de nossos sonhos.
Se somos um peixe maior do que o tanque em que fomos criados, ao invés de nos adaptarmos a ele, devíamos buscar o oceano – mesmo que a adaptação inicial seja desconfortável e dolorosa.” - Paulo Coelho

Eu identifico-me com uma carpa, porque, tal como ela, tenho um caminho cheio de obstáculos que preciso de ultrapassar para poder alcançar meus sonhos. Ainda tenho muito que aprender mas um dia, se continuar determinada, chegarei lá. Tenho grandes ambições porque sei que o mundo é muito grande e posso fazer o que quiser.

Sou só uma pequena carpa que aspira em ser um Dragão.

fonte: http://www.japaoemfoco.com/mitologia-oriental-significado-das-carpas-koi/

quinta-feira, 2 de março de 2017

Última aula dos trabalhos das recriações


Nesta última aula, ainda tinha muito trabalho para fazer por isso comecei por usar os moldes para, finalmente, fazer as letras.

Esta parte, apesar de tão esperada, ficou parcialmente simples.

Decidi completar a obra com mais alguns elementos compositivos. Adicionei no fundo alguns ''pontos de impressão''.

 Fiquei cerca de meia hora na sala a acabar o trabalho depois da aula acabar.



 Mas estou bastante contente com o resultado. Acho que as bolas no fundo gritam ''pop art'' por si e foram um bom investimento.

 Já muitos trabalhos estão completos.

Acho que todos os trabalhos estão interessantes à sua maneira. Fico feliz por ver os trabalhos acabados finalmente!

quarta-feira, 1 de março de 2017

Atualização sobre os trabalhos das recriações


Consegui completar três dos passos que me faltavam: Pintei os pés da personagem, as armas e adicionei os pontos de impressão.

Os pontos não ficaram perfeitos... Não sei se será um problema. Mas até gosto da irregularidade que obtiveram.



Quanto às armas, não queria usar uma cor que ainda não estivesse presente na obra, e também não queria pinta-las de uma cor quente (porque assim destacavam-se do resto). Por isso usei a única cor que tinha na paleta cromática em pouca quantidade e que não era quente: o branco.
Acabei por trazer ao literal a expressão ''arma branca'' intencionalmente.


Depois, utilizei carvão para simular as linhas de contorno que irei adicionar quando tiver um pincel adequado. Mas tal como esperava, as linhas de contorno negras dão logo outro ar ao quadro e já se consegue identificar o movimento artístico: Pop Art.


 Na minha opinião, o quadro está a ficar com bom aspeto. Com umas personagens que parecem saídas do ''The Blue Man Group'', salienta a parte ''pop'' (que deriva de popular) do movimento artístico. 



Sou capaz de acabar o quadro antes das aulas começarem. Ainda não avancei mais por falta de material necessário: Stencil e pincel extra fino.